Nina e Zé, um casal comum como o de qualquer outro bairro da periferia de São Paulo (e porque não do Brasil e do mundo) estão sem dinheiro, com aluguel atrasado, pouca comida e sem emprego. Mas se amam. Tentam a todo custo fazer desse sentimento uma razão para continuar na luta diária. Mas o jogo é duro.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A estréia que chega


Sentir esse momento depois de tanto tempo longe desse mundo que tanto amo

As mãos estão frias, frio na barriga, a costumeira falta de voz, acordar as 3 da manha e ficar batendo texto sozinha no escuro.

Estrear Quando as Máquinas Param depois de quase 8 anos longe dos palcos, é um presente, o qual quero agradecer de coração e alma ao meu amigo Fernandes Junior, vulgo Cidão srsr, e ao meus mais novo amigo, Edu Dias, que viram em mim a Nina.

A felicidade não cabe aqui dentro, emoções a flor da pele.

Parada dura voltar fazendo Plínio Marcos, nossa Cidão, acertou em cheio. E olha que pedi pra ele o papel de figurante da figurante. 

Amo a Nina e serei ela de corpo, alma e coração nessa sexta-feira 06 de Maio de 2011 e em todas as vezes em que emprestar meu corpo e voz para dar vida a essa mulher forte e maravilhosa.

E aos amigos de longa data, novos e aos que virei a conhecer, está feito o convite para compartilhar conosco esse espetáculo cheio de sensações que explora todos os nossos 5 sentidos e em alguns, quem sabe, o sexto também.

Sejam bem vindos a conhecer a vida de Zé e Nina, um casal que se ama e que só quer viver com dignidade .

Obrigado Teatro da Neura por me receber de braços abertos!

Já tenho todos no meu coração!

Parabéns!!!!!!

Vanessa Alves

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